Televisão digital

Televisão digital

A Televisão Digital ou TV Digital usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência (canal) podendo atingir o alvo de muito alta qualidade na imagem (alta definição).

Os padrões em operação comercial são capazes de transportar até 19 Mbps. Em termos práticos, isto é o equivalente a um programa em alta definição, que ocupa 15 Mbps, ou quatro programas em definição padrão, que consomem em média 4 Mbps cada.

Qualidade Técnica de Imagem e Som

Resolução de imagem - Os primeiros aparelhos receptores de TV tinham apenas 30 linhas de vídeo. Ao longo das décadas de 1930 e 1940, os novos aparelhos já apresentavam 240 linhas de vídeo. Atualmente, um monitor analógico de boa qualidade apresenta entre 480 e 525 linhas. Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV.

Novo formato da imagem - A tela dos monitores digitais passará do formato 4:3, típico da TV analógica, para o formato 16:9, mais próximo do formato panorâmico

Qualidade do som - A televisão iniciou com som mono (um canal de áudio), evoluiu para o estéreo (dois canais, esquerdo e direito). Com a TV digital, passará para seis canais (padrão utilizado por sofisticados equipamentos de som e home theaters).

Interatividade

Interatividade Local - O Conteúdo é transmitido unilateralmente para o receptor de uma só vez. A partir daí, o usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. Um novo fluxo de dados ocorre apenas quando é solicitada uma atualização ou uma nova área do serviço é acessada.

Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado - A interatividade é estabelecida a partir da troca de informações por uma rede à parte do sistema de televisão, como uma linha telefônica. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o retorno à central de transmissão se dá pelo telefone.

Interatividade com Canal de Retorno Dedicado - Com a expansão das redes de banda larga, pode ser desenvolvido um meio específico para operar como canal de retorno. Para isso, o usuário da TV digital necessitaria não apenas de antenas receptoras, mas também de antenas transmissoras, e o sistema, a capacidade de transportar os sinais até a central de transmissão.

Acessibilidade

Facilidades para Gravação de Programas - A introdução de sinais codificados de início e fim de programas facilitará o acionamento automático de videocassetes ou gravadores digitais dos usuários.

Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores - Alguns modelos de aparelhos receptores ou mesmo os conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho (semelhantes aos discos rígidos utilizados nos computadores) que poderão armazenar muitas horas de gravação e permitir que o usuário escolha a hora de assistir o programa que desejar.

Múltiplas Emissões de Programas - A transmissão de um mesmo programa em horários descontínuos (um filme, por exemplo, iniciando de 15 em 15 minutos) em diversos canais permitirá que o usuário tenha diversas oportunidades para assistir ao programa desejado a um horário escolhido.

Recepção

Otimização da Cobertura - A tecnologia digital possibilita flexibilidade para ajustar os parâmetros de transmissão de acordo com as características geográficas locais. Em áreas acidentadas ou com muitos obstáculos (grandes cidades com muitos edifícios, por exemplo) pode ser utilizado o recurso da transmissão hierárquica. Com este recurso, um programa pode ser transmitido (com sinal menos robusto) de modo a ser recebido em locais mais favoráveis, através de antenas externas, por exemplo, enquanto outro programa ou o mesmo programa do mesmo canal é transmitido (com sinal mais robusto) com uma menor resolução de imagem para recepção em todos os pontos da área de prestação do serviço. Isto permite que terminais portáteis ou móveis (instalados em veículos) possam receber sem problemas as transmissões.

Fonte : Wikipedia

Proteção até debaixo d'água

Proteção até debaixo d'água

Agora nem a água vai fazer você perder seus arquivos. Apesar do nome feio - UZ16ZM - o drive da Eye-O Data aguenta até um metro de profundidade. A empresa nipônica chama o dispositivo de "HD de bolso", mas quando a gente pensa nas dimensões: 6 x 5 x 1,8 cm e na resistência do aparelho podemos chamá-lo de "HD mergulhável".

Com 16 Gb de capacidade, o drive custa US$ 241 (aproximadamente R$ 420) no Japão. O kit ainda traz um cabo USB de borracha.

 

 

 

Fonte : UOL

Celular conceito Sony Ericsson com porta USB

Celular conceito Sony Ericsson com porta USB

Colocar uma porta USB em um celular é uma idéia aparentemente simples, até um homem das cavernas poderia pensar nisso. Mas até agora ninguém o tinha feito. Vincent Palicki, design da Sony, desenvolveu um aparelho com essa entrada, permitindo a transferência de MP3s, vídeos e documentos. Essa é realmente uma boa idéia.

Fonte : Wikio

Kaspersky Anti-Virus

 Kaspersky Anti-Virus

Licença: Shareware (30 dias grátis)

Sistema: Windows 98/2000/XP

Anti-vírus com um jogo de componentes para aumentar a sua segurança.
O software possui um centro de controle que unem os componentes, permitindo ao operador derrotar a maioria das ameaças de vírus ao seu sistema operacional.
Automaticamente pode restaurar arquivos de sistema, retirando vírus e recuperando arquivos infeccionados.

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O que é 3G?

O que é 3G?

3G ou Terceira Geração é um termo genérico que cobre várias tecnologias para redes de telefonia sem fio do futuro, incluindo CDMA2000, UMTS (W-CDMA) e EDGE. Combina Internet móvel de alta velocidade com serviços baseados em IP (Internet Protocol). Isto não significa apenas rápida conexão móvel para a World Wide Web - libertando-nos de conexões lentas, equipamento pesado e pontos de acesso imóveis. Capacitará novos caminhos para se comunicar, informação de acesso, conduzir negócios e aprender.

A indústria classifica os sistemas de telefonia celular em gerações:

    * a primeira geração (1G) analógica;
    * a segunda geração (2G), já digital e em uso intenso no Brasil;
    * a segunda e meia geração (2,5G), com melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados e na adoção da tecnologia de pacotes e não mais comutação de circuitos;
    * a terceira geração (3G), ainda em experiências iniciais no Japão e na Europa.
    * E já em desenvolvimento a 4G (quarta geração).

Alguns fabricantes de infra-estrutura, como Motorola e Nortel, desistiram dos padrões chamados 3G e resolveram apostar na tecnologia de rede Wimax. Para alguns, isso significa que o Wimax seria uma tecnologia concorrente com padrões como o WCDMA. Para outros, as duas tecnologias serão complementares. O fato é que o 3G já é um serviço muito utilizado por japoneses e europeus. A terceira geração (3G) baseada no padrão WCDMA, com acesso HSPA, vem evoluindo a partir de 2005 e já funciona comercialmente na Europa (Itália, Espanha, Alemanha, Portugal, Suécia, Inglaterra, França), nos Estados Unidos, Austrália e no Japão, país no qual mais de 80% dos celulares em circulação já são 3G. No Brasil, operadoras como Claro e Telemig Celular já estão prontas para lançar o serviço, com recursos digitais e tecnológicos que representam um avanço sem precedentes no setor e velocidades que podem chegar a 7,2 Mbps. Elas dependem, entretanto, de uma autorização da Anatel. As outras operadoras ainda precisam participar de um leilão, a ser realizado em dezembro, para poderem adquirir uma faixa de frequência adicional para abrigar o serviço de 3G.

A tecnologia permite acesso mais do que rápido à banda larga e torna viável o download acelerado de arquivos de som (música) e imagem (vídeo) nos aparelhos móveis.

    * WCDMA: trata-se da interface rádio do padrão de 3a Geração estabelecido como evolução para operadoras GSM.
    * HSPA: trata-se do serviço de pacotes de dados baseados na tecnologia WCDMA, que possibilita oferecer banda larga móvel com elevadas taxas de transmissão. A maior novidade é que a rede HSPA abre a concorrência com provedores de internet convencionais ao oferecer serviços multimídia via telefone móvel com qualidade elevada.


A Telemig Celular realizou a primeira transmissão de dados e voz utilizando a tecnologia 3G, baseada no padrão WCDMA/HSPA (Wideband Code Division Multiple Access / High-Speed Packet Access) no país. A nova tecnologia melhora a qualidade e potencializa a velocidade dos serviços multimídia, abrindo canais para a oferta de banda larga móvel com elevadas taxas de transmissão. Com ela, será possível fazer vídeo-chamadas – ligações telefônicas com transmissão de áudio e imagem em tempo real –, além de acesso à internet para downloads de vídeos, músicas e outros arquivos com velocidade até 20 (vinte) vezes mais rápida que a conexão atual.

Fonte : Wikipedia

Mozilla libera download do primeiro beta público do Firefox 3

Mozilla libera download do primeiro beta público do Firefox 3

O primeiro beta público do Firefox 3, nova versão do navegador de código aberto da Mozilla, já está disponível para download em 20 idiomas - português ainda não é uma delas.

A próxima versão do navegador de código aberto Firefox terá funções que adaptam seus recursos visuais conforme a interface gráfica usada pelo sistema operacional onde o browser está sendo rodado.

Segundo um post no blog da Mozilla, as novidades incluem ainda melhores recursos de segurança – como proteção contra códigos maliciosos, antivirus integrado ao gerenciador de downloads e checagem de versão para plug-ins não-seguros.

A nova edição promete ainda maior facilidade de uso, personalização mais rica, melhorias nos recursos da plataforma e em performance.

O projeto do Firefox 3 estréia com atraso em relação à agenda inicial. Supostamente uma versão beta inicial deveria ser liberada em julho, uma segunda em setembro e o lançamento no final do ano.

Fonte : IDGNow

Wireless

Wireless

A tecnologia Wireless (sem fio) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos (nem de telefonia, nem de TV a cabo, nem de fibra ótica), através da instalação de uma antena e de um rádio de transmissão.

Wireless é uma tecnologia capaz de unir computadores entre si devido as ondas de rádio, sem necessidade de utilizar cabos de conexão entre eles. Desta forma, pode-se navegar pela Internet desde o escritório, um bar, um aeroporto, um parque, etc. Uma rede de área sem fio (wireless local area network ? WLAN) é uma rede de área local (LAN) que utiliza ondas eletromagnéticas ao invés de cabos.

Fonte : Wikipedia

Redes 3G na América Latina começam a operar em 2007

Redes 3G na América Latina começam a operar em 2007

Os cerca de 300 milhões de usuários de celulares na América Latina começarão a ter acesso a redes de telefonia móvel de terceira geração (3G) este ano.

"Os primeiros lançamentos começarão este ano e esperamos que em 2008 as redes de terceira geração sejam uma realidade em grande escala", disse Erasmo Rojas, diretor regional da 3G Américas, associação que promove a tecnologia GSM nas Américas.

Rojas acrescentou que as grandes operadoras regionais devem liderar a adoção do 3G já que precisarão recuperar os gastos com a migração de seus clientes das redes de segunda geração. Disse também que o grande volume de investimentos leva as operadoras a buscar a maximização do retorno antes de oferecerem aos clientes o salto para uma nova tecnologia.

No Chile, que conta com uma taxa de penetração de celulares de 80%, a Entel já lançou uma rede 3G. Também existe uma rede de terceira geração em Porto Rico e há planos concretos para o lançamento no Uruguai e Argentina.

Rojas acrescentou que a recente queda nos preços dos celulares pode se constituir outro impulso para a tecnologia 3G na região latino-americana. "O congresso 3GSM (que acontece em Barcelona) foi marcado por notícias muito promissoras nesse sentido", disse Rojas, referindo-se aos planos da sul-coreana LG Electronics de vender celulares 3G a preços de cerca de US$ 70 dólares.

O executivo também afirmou que os governos latinos poderiam fomentar a implantação da tecnologia 3G mediante marcos regulatórios que incentivem o setor. "Diferente da Europa, não deveria haver leilões muito custosos de licenças 3G", disse Rojas. "(Os governos) poderiam recorrer a outras fórmulas como 'pague à medida que cresça'", afirmou.

Fonte : Reuters

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